*Frete Grátis para Região sudeste nas compras acima de R$ 299

Vinhos de Portugal

Na costa mais ocidental da Europa fica Portugal, um pequeno país com uma invejável diversidade de solos, de microclimas e de castas nativas,  beneficiando de condições perfeitas para a produção vínica e com uma longa história na produção de vinhos excepcionais.

4Il1kIB.png

Desafie os seus sentidos: aprecie o que é único

Está aborrecido? Os mesmos vinhos de sempre? É um aventureiro que procura novas sensações e experiências, ou talvez um conhecedor que aprecia a complexidade e elegância de um bom vinho?
Com mais de 250 variedades de uvas nativas (castas autóctones) e uma diversidade sem igual de terroir, os vinhos Portugueses têm sempre algo a oferecer a cada consumidor – e algo único. Descubra as 10 mais famosas castas Portuguesas.

9KSKb1c.jpg
zbxVPPn.jpg
OIxK81s.jpg
kAuuDhL.jpg
YBqcQRg.jpg
Nyr2Vdt.jpg
0p0ehQB.jpg
ay5V5I7.jpg
LX4ZCns.png
yqSgw28.jpg
59kuGv1.jpg

Descodifique os rótulos de vinhos portugueses

Bruto: Designação de “seco” num espumante, i.e. com um teor de açúcar residual inferior a 12g/l.

Colheita: Ano da vindima.

Colheita tardia: Vinho feito a partir de uvas vindimadas mais tarde que o período de vindima normal, originando vinhos com teores de açúcar mais elevados.

Doce: Vinhos com um teor de açúcar residual superior ou igual a 45g/l para os vinhos tranquilos e superior a 50g/l para os espumantes.

Meio-seco: Vinho com um teor de açúcar residual entre 4 – 12 g/l, para vinhos tranquilos, e entre 32 – 50 g/l para os espumantes.

Quinta: Os vinhos designados como “Quinta” apenas podem ser produzidos com uvas provenientes dessa propriedade específica.

Seco: Vinho tranquilo com um teor de açúcar residual igual ou inferior a 4g/l.

Seleção de Enólogo: Não corresponde a uma designação oficial para um vinho, mas antes a uma proposta especial do enólogo (por exemplo, seleção das melhores uvas, da melhor parcela etc.). 

Vinho branco/rosé/tinto: Designação relativa à cor do vinho, independentemente de ser feito de castas brancas ou tintas.

Vinho espumante: Vinho elaborado através de segunda fermentação em garrafa (método clássico ou champanhês) ou em cuba fechada (método contínuo).

Vinho Licoroso: Vinho fortificado, vinho cuja fermentação foi interrompida pela fermentação foi interrompida pela adição de aguardente.

Designações oficiais portuguesas e europeias

DOC (Portugal) ou DOP (Europa): Denominação de Origem Controlada. Controlada pela comissão vitivinícola regional. Os vinhos seguem regras regionais específicas quanto às castas, técnicas de produção, teores alcoólicos, origem na região etc.

Vinho regional (Portugal) ou IGP (Europa): Denominação de vinhos regionais controlados. Controlada pela comissão vitivinícola regional. Os vinhos seguem regras específicas de cada região. Estas regras são menos restritivas do que as aplicadas aos vinhos DOC/DOP.

Vinho: Um “Vinho de mesa” é um vinho não certificado pela comissão vitivinícola regional, não seguindo as regras aplicadas aos vinhos DOP ou IGP.

Classificação oficial dos vinhos portugueses para os vinhos DOP/IGP com indicação do ano de colheita

Grande Escolha: Vinhos com características organolépticas excepcionais tal como avaliadas pelo painel de prova da comissão vitivinícola regional.
Colheita Selecionada: Vinhos com características organolépticas excepcionais e um teor alcóolico igual ou superior (em 1% por volume) ao limite mínimo estabelecido pelo painel de prova da comissão vitivinícola regional.

Garrafeira: Vinhos com um tempo de envelhecimento mínimo. Para os vinhos tintos, pelo menos 30 meses, dos quais pelo menos 12 meses em garrafa; para os vinhos brancos e rosés, um tempo de envelhecimento de pelo menos 12 meses, dos quais pelo menos 6 meses em garrafa.

Reserva: Vinhos com características organolépticas excepcionais e um teor alcoólico igual ou superior (0,5% por volume) ao limite mínimo estabelecido e avaliado pelo painel de comissão vitivinícola regional.
Grande reserva: Vinhos com características organolépticas muito excepcionais e um teor alcoólico igual ou superior (em 1% por volume) ao limite mínimo estabelecido e avaliado pelo painel de prova da comissão vitivinícola regional.

Sabia que?

  • Portugal tem a mais antiga região vinícola demarcada e regulamentada do mundo – o Douro, eleito Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.
  • Os Portugueses foram os primeiros a levar vinhos europeus para as Américas e para a Ásia.
  • Portugal tem a mais alta densidade de variedades de uvas nativas (castas autóctones) em todo o mundo.
  • Em 2014, 3 dos 4 melhores vinhos do mundo eram Portugueses.
  • Jancis Robinson, em 13 anos de prova de vinhos classificou os vinhos tintos Portugueses como os melhores.
  • As regiões do Douro e do Alentejo foram votadas internacionalmente como uma das melhores regiões vínicas do mundo para visitar em 2016.
  • Em 2015, a eleita melhor empresa do mundo de vinhos é portuguesa.
  • Os vinhos do Porto e da Madeira estão entre os mais famosos vinhos do mundo?

Harmonização de vinhos com alimentos

  • A maioria dos vinhos são feitos para acompanhar comida, a estes consideramos que têm aptidão gastronômica, existindo várias linhas orientadoras sobre como harmonizar comida e vinho com sucesso.
  • Ao comer pratos de caça, assados e carnes vermelhas, recomenda-se vinhos tintos encorpados e estruturados, pois alimentos muito proteicos suavizam os taninos no palato.
  • Pratos de sabor muito pronunciado não combinam com vinhos leves e delicados. Assim, evite uma salada de pimento cru com salsa e coentro, por exemplo.
  • Vinhos de elevada acidez e frescura harmonizam bem com comidas também ácidas. Tomate, limão, maçã verde, vinagre e azeite, muito encontrados na culinária mediterrânea, são exemplos de sabores naturalmente ácidos.
  • Pratos doces harmonizam melhor com vinhos de igual ou superior doçura (e.g.: Vinho do Porto, Vinhos da Madeira, Moscatel do Douro, Colheita Tardia, Ice Wine, Tokaji e Sauternes).
  • Vinhos ricos em taninos podem parecer amargos com pratos marcadamente salgados ou oleosos. Taninos em combinação com peixes gordos, por exemplo, podem resultar num gosto metálico na boca.
  • Vinhos doces e com elevada acidez harmonizam bem com comidas ricas em gordura, já que o vinho ajuda a mantê-lo vivo e diminui a percepção de gordura no prato.
  • A doçura num vinho pode equilibrar o caráter salgado num alimento.
  • Deep fried froots* são alimentos muito gordurosos, necessitando, assim, de vinhos com boa acidez. *alimentos cujo preparo envolve submersão em óleo.
D33B5SS.jpg
  • Amargo: Café, Cacau, Rúcula, Cerveja, e água Tónica.
  • Salgado: Sal, azeitonas, presunto, ostras e molho de soja.
  • Ácido: Limão, vinagre e ananás.
  • Doce: Açucar e álcool

História

Situada a 10 quilômetros do concelho de macedo de Cavaleiros, distrito de bragança, tras os montes, a aldeia encontra sua essência na força de seus filhos, na união das familias que ali vivem e na fé da sua comunidade, que festeja o Divino Senhor de Malta.

Suas ruas e contruções contam uma historia de muitos capitulos, muitos detalhes e, acima de tudo, uma narrativa que se mistura aos fatos do próprio continente europeu. Malta guarda em sua comunidade a essência de Portugal e a riqueza de sua gente.

O Português

Falar de vinho é beber na fonte da humanidade, saborear tradições que passam de geração para geração, experimentar novas e inesqueciveis sensaçôes. Fundado em 2019, em São Caetano do Sul, O português traz em seu dia a dia tradições, os costumes e a cultura de Portugal

Cadastre-se e receba ofertas com preços exclusivos

seja sempre o primeiro a receber nossas novidades, cadastre-se, é grátis!